16/06 - http://www.agrolink.com.br/noticias/ClippingDetalhe.aspx?CodNoticia=198807
por Juscelio Ramos de Souza - P&D Kimberlit Agrociências
A constante busca de novas tecnologias voltadas para a agricultura moderna, através da análise dos problemas dos produtores com respostas baseadas em pesquisas, visa à obtenção de diferentes práticas e substâncias para melhorar a eficiência da produção agrícola. Sabe-se que o desenvolvimento das culturas é controlado por fatores ecofisiológicos, genéticos e tratos culturais, culminando em respostas fisiológicas e/ou hormonais por parte das plantas. Com isso, o uso de aminoácidos, ligados ou não à aplicação de nutrientes, tem-se intensificado em sistemas de produção de grãos, obtendo ótimos resultados nas lavouras. A utilização dessas substâncias aumenta de importância à medida que o potencial genético das culturas é elevado e os fatores limitantes ligados à nutrição mineral das plantas são mínimos. Nestas áreas, o produtor busca o ajuste fino de suas práticas objetivando a obtenção de picos produtivos e a melhoria da qualidade do produto final.
Segundo a literatura, os aminoácidos são ácidos orgânicos que possuem em sua molécula um carbono central, geralmente assimétrico, ligado a um grupamento carboxila, um grupamento amina e um átomo de hidrogênio. Além destas três estruturas, os aminoácidos apresentam um radical genericamente conhecido como “R”, que os diferencia. Sua principal função é como constituintes de proteínas, bem como precursores de inúmeras substâncias reguladoras do metabolismo vegetal, além de funcionar como ativadores de metabolismos fisiológicos.
Os aminoácidos, dentre outras funções, têm interação com a nutrição de plantas, aumentando a eficiência na absorção, transporte e assimilação dos nutrientes. A quelação de cátions com aminoácidos gera moléculas sem cargas, reduzindo o efeito das forças de atração e repulsão da cutícula da folha, elevando a velocidade de absorção dos nutrientes. Além disso, estes quelatos formados por cátions+aminoácidos aumentam a capacidade de circulação de nutrientes pelas membranas, culminando em um importante componente da nutrição das plantas, a translocação de nutrientes pouco móveis pelos vasos do floema.
Existem cerca de 20 aminoácidos essenciais nas plantas, possuindo concentrações e funções distintas. Por exemplo, o triptofano, precursor do mais importante hormônio de crescimento radicular e da parte aérea das plantas, a auxina. Ou a metionina, precursora do etileno, responsável pela maturação dos frutos. Outros aminoácidos como a tirosina e a fenilanina são os precursores dos compostos fenólicos envolvidos na defesa das plantas e na síntese de lignina, que aumenta a resistência ao acamamento das plantas. A glicina é precursora da síntese de clorofila, além de agir nos mecanismos de defesa das culturas. Focado no desenvolvimento inicial, a valina afeta diretamente a germinação das sementes e a arginina age sobre o desenvolvimento radicular e eleva a solubilidade e absorção de nutrientes, sendo ainda o principal aminoácido de translocação no floema.
Na literatura, tem-se citado inúmeros benefícios quanto ao uso de aminoácidos, podendo-se citar a pontecialização da síntese de proteínas, de compostos intermediários dos hormônios vegetais e do efeito quelatizante de nutrientes ou agroquímicos. Contudo, as melhores respostas dos aminoácidos têm sido em situações de estresses bióticos, como relacionados ao ataque de pragas e doenças, e abióticos, como desordens nutricionais, climáticas, deficiências hídricas ou estresses relacionados à aplicação de defensivos, em especial herbicidas, conferindo aos aminoácidos o título de agentes antiestressantes.
A constante busca de novas tecnologias voltadas para a agricultura moderna, através da análise dos problemas dos produtores com respostas baseadas em pesquisas, visa à obtenção de diferentes práticas e substâncias para melhorar a eficiência da produção agrícola. Sabe-se que o desenvolvimento das culturas é controlado por fatores ecofisiológicos, genéticos e tratos culturais, culminando em respostas fisiológicas e/ou hormonais por parte das plantas. Com isso, o uso de aminoácidos, ligados ou não à aplicação de nutrientes, tem-se intensificado em sistemas de produção de grãos, obtendo ótimos resultados nas lavouras. A utilização dessas substâncias aumenta de importância à medida que o potencial genético das culturas é elevado e os fatores limitantes ligados à nutrição mineral das plantas são mínimos. Nestas áreas, o produtor busca o ajuste fino de suas práticas objetivando a obtenção de picos produtivos e a melhoria da qualidade do produto final.
Segundo a literatura, os aminoácidos são ácidos orgânicos que possuem em sua molécula um carbono central, geralmente assimétrico, ligado a um grupamento carboxila, um grupamento amina e um átomo de hidrogênio. Além destas três estruturas, os aminoácidos apresentam um radical genericamente conhecido como “R”, que os diferencia. Sua principal função é como constituintes de proteínas, bem como precursores de inúmeras substâncias reguladoras do metabolismo vegetal, além de funcionar como ativadores de metabolismos fisiológicos.
Os aminoácidos, dentre outras funções, têm interação com a nutrição de plantas, aumentando a eficiência na absorção, transporte e assimilação dos nutrientes. A quelação de cátions com aminoácidos gera moléculas sem cargas, reduzindo o efeito das forças de atração e repulsão da cutícula da folha, elevando a velocidade de absorção dos nutrientes. Além disso, estes quelatos formados por cátions+aminoácidos aumentam a capacidade de circulação de nutrientes pelas membranas, culminando em um importante componente da nutrição das plantas, a translocação de nutrientes pouco móveis pelos vasos do floema.
Existem cerca de 20 aminoácidos essenciais nas plantas, possuindo concentrações e funções distintas. Por exemplo, o triptofano, precursor do mais importante hormônio de crescimento radicular e da parte aérea das plantas, a auxina. Ou a metionina, precursora do etileno, responsável pela maturação dos frutos. Outros aminoácidos como a tirosina e a fenilanina são os precursores dos compostos fenólicos envolvidos na defesa das plantas e na síntese de lignina, que aumenta a resistência ao acamamento das plantas. A glicina é precursora da síntese de clorofila, além de agir nos mecanismos de defesa das culturas. Focado no desenvolvimento inicial, a valina afeta diretamente a germinação das sementes e a arginina age sobre o desenvolvimento radicular e eleva a solubilidade e absorção de nutrientes, sendo ainda o principal aminoácido de translocação no floema.
Na literatura, tem-se citado inúmeros benefícios quanto ao uso de aminoácidos, podendo-se citar a pontecialização da síntese de proteínas, de compostos intermediários dos hormônios vegetais e do efeito quelatizante de nutrientes ou agroquímicos. Contudo, as melhores respostas dos aminoácidos têm sido em situações de estresses bióticos, como relacionados ao ataque de pragas e doenças, e abióticos, como desordens nutricionais, climáticas, deficiências hídricas ou estresses relacionados à aplicação de defensivos, em especial herbicidas, conferindo aos aminoácidos o título de agentes antiestressantes.