quinta-feira, 31 de março de 2011

Tecnologia diminuirá gastos com fertilizantes

 

Tecnologia diminuirá gastos com fertilizantes


Brasília - Os agricultores poderão reduzir os gastos no plantio de milho, cana, arroz e trigo, com o emprego de tecnologia à base de inoculante, bactérias que fixam nitrogênio no solo. Esse tipo de produto é empregado com sucesso no cultivo da soja desde a década de 1970. A Instrução Normativa Nº 13, publicada no Diário Oficial da União (DOU) na sexta-feira moderniza o registro desses produtos no Brasil, melhorando as regras existentes para a sua produção, pesquisa e importação.
De acordo com o coordenador do Departamento de Fiscalização de Insumos Agrícolas do Ministério da Agricultura, Hideraldo Coelho, os inoculantes diminuem bastante a quantidade de fertilizantes nitrogenados usada na lavoura. "No cultivo de soja, por exemplo, os agricultores chegam a gastar, em média, R$ 15 por hectare. Entre os que não aderem à tecnologia, os custos podem chegar a aproximadamente R$ 700,00 por hectare, conforme os especialistas da área", diz Coelho.
Diferente da adubação mineral, os inoculantes têm como base material biológico. Além de mais baratos, os produtos não causam danos ao meio ambiente. "A fixação biológica de nitrogênio pelas plantas leguminosas pode suprir a adubação mineral dependendo da espécie e sistema de cultivo", explica o coordenador.

Cafeicultores de Minas se classificam entre os melhores do país

 

Cafeicultores de Minas se classificam entre os melhores do país

Sete cafeicultores mineiros se classificaram entre os dez finalistas do 20º Prêmio Ernesto Illy de Qualidade do Café para ‘Espresso’. Os produtores do Estado são da região do Sul de Minas, Cerrado, e da Zona da Mata. O evento é promovido, há duas décadas pela torrefadora italiana illycaffè e é um dos principais concursos de qualidade de café no país. A iniciativa foi seguida por outros concursos pelo Brasil, e detectou novas regiões produtoras de cafés de excelência, que, atualmente, abastecem o mercado interno e externo.

Na edição deste ano, encerrada na última sexta-feira (18-03), em São Paulo, foram analisadas 366 amostras vindas de Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Bahia, Goiás, Espírito Santo e Rio de Janeiro. Somente dois estados disputaram as primeiras colocações: Minas Gerais, com sete finalistas, e São Paulo, com três produtores classificados.

A produtora Mariana de Carvalho Junqueira, do município de Dom Viçoso, no Sul de Minas, foi classificada em segundo lugar. Conhecida na região como D. Marianinha, ela afirma que a família reúne cinco gerações de cafeicultores. Aos 83 anos, ela se define como uma apaixonada pela cultura, e guarda na coleção vários prêmios alcançados pela qualidade do café produzido na fazenda Rancho São Benedito. “O grande incentivo é a satisfação de ver o nosso trabalho reconhecido”, afirma.

A propriedade possui 80 hectares de lavouras de café e duas certificações: o Certifica Minas Café, programa do Governo do Estado, que atesta a conformidade das propriedades cafeeiras com os requisitos do comércio mundial; e o UTZ Certified, fornecido por um órgão internacional para a certificação do café.

Técnicas que garantem a qualidade

Segundo o engenheiro-agrônomo da Emater-MG, Luciano Neves, um dos técnicos responsáveis pela assistência técnica na propriedade, são seguidas várias técnicas nos períodos de pré e pós-colheita para se obter a produção reconhecida pela qualidade. “São feitas análises de solo e adubações de acordo com o resultado, tratos culturais durante todo o ano, análise foliar e controle de pragas e doenças”, explica o técnico.

D. Marianinha ressalta, ainda, que o forte na sua propriedade são os cuidados dispensados ao café após a colheita. “Não adianta nada ter um café de boa origem se não tiver um cuidado à altura, depois que ele é tirado do pé”, afirma. No Rancho São Benedito, as lavouras possuem rastreabilidade; o café é colhido separadamente, de acordo com as variedades, sem misturá-las. O café é esparramado em pátios concretados e a secagem é feita em secadores mecânicos. “São esses cuidados que garantem a qualidade do nosso café, aliados aos cuidados sócio-ambientais ”, garante a produtora. A produtividade estimada é de 30 sacas por hectare, e a comercialização é feita por intermédio da Cooperativa Regional dos Cafeicultores Vale do Rio Verde (COCARIVE) e para cafeterias de São Paulo.

Classificação dos cafeicultores mineiros

Além de Mariana Junqueira, classificada em segundo lugar no 20º Prêmio Ernesto Illy de Qualidade do Café para ‘Espresso’, também se classificaram como finalistas a Fazenda Sertãozinho Ltda, de Botelhos - Sul de Minas (3º lugar); Maron Aziz Alexandre, Cajuri - Zona da Mata (4º lugar); Clovis Carvalho Filho, de Campos Altos - Alto Paranaíba (5º lugar); Luiz Flavio Pereira de Castro, Carmo de Minas – Sul de Minas (6º lugar); Adolfo Henrique Vieira Ferreira, Monte Belo – Sul de Minas (7º lugar); Marcelo José Rios, Araxá – Alto Paranaíba (8º lugar). O produtor Esmerino Joaquim Ribeiro do Vale, de Guaxupé, no Sul de Minas, foi escolhido o ‘Fornecedor do Ano’ safra 2010/2011.

As informações são da assessoria de imprensa da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais.

Agrolink

quinta-feira, 24 de março de 2011

Cotonicultura ameaçada

 

Cotonicultura ameaçada

22/03 
Um dos problemas que afeta os produtores de algodão nesta época do ano é a presença indesejável dos chamados nematóides. Tanto, que o produtor que não se preocupar com o manejo da população de nematoides pode ter sérios prejuízos, seja no algodão, no milho ou na soja. Pedro Luiz Martins Soares, professor de Nematologia da Universidade Estadual Paulista (Unesp), de Jaboticabal/SP, explica que o cotonicultor geralmente realiza a rotação com uma dessas culturas e, muitas vezes, não tem consciência de que há espécies de nematoides que são comuns às três. Assim, poderá ter prejuízos consideráveis caso não realize o manejo integrado.

Dados da Sociedade Brasileira de Nematologia mostram que as perdas causadas pelos nematoides no País variam, em média, de 5% a 35%, considerando-se os diferentes tipos de culturas. O manejo integrado é considerado a forma mais eficaz de controlar o problema e inclui etapas como monitoramento da área, rotação com culturas não-hospedeiras ou resistentes às espécies de nematoides presentes na área e a realização do tratamento de sementes.

Pesquisas revelam que os nematoides têm aumentado muito nos últimos anos no Mato Grosso e estão presentes em praticamente todas as regiões produtoras de soja em MT. Segundo Waldir Dias, pesquisador da Embrapa Soja, os nematoides de galhas (Meloidogyne spp.), os nematoides de cisto (Heterodera glycines), os nematoides das lesões radiculares (Pratylenchus spp.) e os nematoides reniforme (Rotylenchulus reniformis) são os que mais atacam as lavouras no estado.

O produtor rural Ricardo Tomczyk, proprietário da fazenda Buriti, no município de São José do Rio Claro (315 km a Médio Norte da Capital), diz que sua lavoura de algodão este ano está sendo um sucesso, pois não apresenta perdas nem a presença de pragas, como os nematóides. Segundo ele, este bom resultado se dá fundamentalmente pelo fato dele ter tomado os cuidados necessário, com manejo e rotação no período adequado. Já que utilizar as ferramentas de manejo disponíveis são fundamentais para manter a população desses parasitas sob controle. Sendo que o tratamento deve ser preventivo, pois uma vez instalado, não é possível erradicar o problema.

Ao monitorar a lavoura, o cotonicultor sabe os níveis populacionais do parasita e também as espécies presentes na área, o que possibilita que seja feito um planejamento preventivo. Um deles é o tratamento de sementes, ferramenta estratégica para que o cotonicultor controle o ataque dos nematoides às raízes das plantas de algodão, o que limita a produtividade da lavoura e, consequentemente, a qualidade da pluma produzida.

Gazeta Digital

quinta-feira, 10 de março de 2011

Logística brasileira em descompasso com modernização da agricultura


 Logística brasileira em descompasso com modernização da agricultura
Nos últimos anos, o agricultor brasileiro se modernizou da porteira para dentro para atingir níveis de tecnologia e sustentabilidade compatíveis com as exigências do mercado. No entanto, ele enfrenta obstáculos para escoar a produção. Os gargalos logísticos, discutidos há anos, seguem sendo item prejudicial à rentabilidade. Em um país de dimensões continentais, a intermodalidade aparece como ponto essencial para assegurar a competitividade da agricultura brasileira.

Nossa matriz logística é composta em 58% pelo modal rodoviário, enquanto o ferroviário responde por 25% segundo o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Em países como Estados Unidos, nosso principal concorrente, o modal ferroviário é o principal meio de escoamento. Um comparativo do custo final do produto exportado para a China pelos dois países revela que nós estamos em desvantagem competitiva.

Enquanto o produtor americano desembolsa cerca de U$98 pelo transporte total da tonelada de soja até a China, o brasileiro paga U$180. Dentro das fazendas brasileiras a tonelada de soja custa U$234, enquanto em terras americanas, U$ 373. Pondo na ponta do lápis, o produto brasileiro chega ao mercado chinês cerca de U$40 mais caro. Dados do United States Department of Agriculture (USDA) revelam que nos EUA, a participação do custo do frete no valor final da tonelada do grão é de 26% e no Brasil, 44%.

Em estados do interior do país, a situação se mostra delicada. Em Sorriso, município mato-grossense que produz um milhão de hectares de soja e milho, a produção percorre mais de 2000 km em rodovias até chegar ao Porto de Paranaguá (PR). O Instituto Mato Grossense de Economia Agropecuária (IMEA) estima esse frete em U$100, enquanto a produção paranaense chega ao porto por U$20.

Para estados como Mato Grosso, que estão longe da costa brasileira e conseqüentemente dos portos, a solução seria ampliar a extensão de ferrovias e direcionar o escoamento para as estruturas portuárias do norte do país. A Ferronorte, já tem a ampliação até Rondonópolis contemplada no PAC, mas o ideal é que os trilhos cheguem até Cuiabá. Afinal, no exemplo citado, Sorriso está a mais de 600 km de Rondonópolis e é sabido que as estradas do interior do país raras vezes são duplicadas e apresentam problemas no pavimento. Ao Norte, os portos precisam estar mais aparelhados e estruturados.

Já no Paraná, mesmo tendo um porto no próprio estado, os gargalos logísticos também encarecem a produção. Diferentemente de Mato Grosso, boa parte da produção agrícola é absorvida internamente. Ainda assim, a escassez de rodovias duplicadas e o sucateamento das linhas ferroviárias dificultam a distribuição e encarecem os grãos. Em comparação a outros países sojicultores como EUA e Argentina, o frete é em torno de R$ 6 a menos, o que, segundo a Confederação Nacional da Agricultura (CNA), significa que o produtor brasileiro perde até 20% da renda.

Os dados apresentados por especialistas do setor, deixam claro que os produtores brasileiros estão em desvantagem em relação aos argentinos e americanos. As dificuldades logísticas presentes no país minam o potencial competitivo da agricultura. O produtor brasileiro é um apaixonado pela terra e busca de todas as formas investir em tecnologia e aumentar a produtividade. Da porteira para dentro, o agricultor já provou que é moderno e arrojado. De agora em diante, é preciso acertar o compasso e modernizar da porteira para fora.

Eduardo Leduc
vice-presidente sênior da Unidade de Proteção de Cultivos da BASF para a América Latina

sexta-feira, 4 de março de 2011

Minas tem um dos melhores laboratórios de análise de algodão do mundo


Minas tem um dos melhores laboratórios de análise de algodão do mundo
O laboratório mineiro MinasCotton, vinculado à Associação Mineira dos Produtores de Algodão (Amipa) é o terceiro laboratório mais preciso do mundo e o primeiro do Brasil em análise de fibras de algodão. A classificação foi emitida de acordo com aferição do International Cotton Advisory Committee (ICAC), instituição internacional responsável pelas auditorias, e que atua como árbitro no mercado mundial do algodão. A rodada de aferições foi realizada em 80 laboratórios e 127 máquinas de todo o mundo, no período de outubro a dezembro do ano passado.

O laboratório, localizado em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, é fruto dos trabalhos que vêm sendo desenvolvidos pelo Programa Mineiro de Incentivo à Cultura do Algodão (Proalminas), coordenado pela Secretaria de Agricultura de Minas Gerais (Seapa). Segundo o superintendente de Política e Economia Agrícola da Seapa, João Ricardo Albanez, por meio do Proalminas, a indústria têxtil recebe benefícios fiscais e, em compensação, paga ao produtor 9% a mais que o preço de mercado para o algodão em pluma. “Parte desse recurso é depositado no Fundo de Desenvolvimento da Cotonicultura, que investiu na implantação do laboratório, possibilitando aos produtores aferir e melhorar a qualidade de sua produção”, explica Albanez.

Para o diretor executivo da Amipa, Lício Pena, o laboratório é o pilar tecnológico da cadeia produtiva do algodão no estado. “Enquanto a associação organiza os produtores, reúne e disponibiliza informações do setor, o laboratório apura a qualidade do algodão produzido não só em Minas, mas também de outros estados, principalmente de Goiás e São Paulo”, explica.

O equipamento avaliado pelo comitê internacional é responsável pela análise de HVI (High Volume Instrument), que são testes realizados para determinar as características como o micronaire (grossura da fibra), comprimento, resistência e níveis de cor, dentre outros. No caso específico da MinasCotton, o equipamento de análise de HVI foi importado da Índia. “Para chegarmos ao nível de precisão no funcionamento desta máquina, além da regulagem perfeita, vários outros fatores estão envolvidos, como a climatização da sala e capacitação contínua dos funcionários”, diz Lício Pena.

Inaugurado em 2006, o laboratório tem capacidade para realizar 250 mil análises por safra. Credenciado pelo Ministério da Agricultura, o Minascotton também analisa e atesta a qualidade da pluma importada de diversos países para a indústria têxtil brasileira. “É um laboratório gerenciado pelos produtores e, na medida em que a própria indústria procura nossos serviços, demonstra a confiabilidade do trabalho”, afirma o diretor da Amipa.

Os preços das análises variam entre R$ 1,50 e R$ 6,00 por amostra, dependendo do tipo e quantidade solicitada, e o produtor mineiro paga 30% menos do valor cobrado. Além da análise de HVI, o laboratório também faz testes de caramelização, que mede o nível de açúcar na pluma, análise visual e o take-up, que é a vistoria do algodão pelo comprador têxtil. “O take-up consiste na preparação dos lotes para avaliação, incluindo classificação visual padrão universal e relatório de HVI, elaborados no próprio laboratório, e a apresentação da amostra ao comprador interessado”, explica.

A pluma mineira analisada pela MinasCotton também é exportada, via tradings, para vários países como Itália, Alemanha, França, China, Paquistão, Portugal, Japão, dentre outros.

Em Minas, a produção de algodão está concentrada nas regiões Noroeste, Triângulo, Alto Paranaíba e Norte. Segundo a Amipa, a expectativa para esta safra, no estado, é de aproximadamente 47 mil toneladas de pluma, em área plantada de 32 mil hectares, um aumento de 115% em relação à safra anterior.

Márcia França
Assessoria de Comunicação
Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais
(31) 3915-8552
marcelo.varella@agricultura.mg.gov.br

terça-feira, 1 de março de 2011

Vídeo da Basf que retrata avanços na agricultura soma 90 mil visualizações



Em 30 anos, o produtor brasileiro aumentou a produção de grãos e oleaginosas em 213% enquanto a área plantada expandiu em apenas 27%. Esses números se devem ao esforço do agricultor em investir em tecnologias para aumentar a produtividade. Segundo dados da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), no período de 1976 a 2010 houve um aumento de 2,5 vezes na produtividade. A Basf compilou estes dados e produziu o vídeo Um Planeta Faminto e a Agricultura Brasileira que faz uma homenagem ao produtor rural brasileiro.


A versão nacional foi desenvolvida a partir do vídeo feito pela Basf nos Estados Unidos: One Hungry Planet. Disponível em inglês e português, o vídeo brasileiro já atingiu mais de 100 mil visualizações em pouco mais de dois meses.

O ex-ministro e produtor rural Roberto Rodrigues que sempre militou a favor do agronegócio no País ressalta a importância do vídeo para atestar a competência do setor. "O vídeo mostra que o segmento incorporou as tecnologias geradas em nossos órgãos de pesquisa, aumentando a produtividade, preservando áreas novas e reduzindo o preço dos alimentos para os consumidores de forma sustentável. Mostra ainda que o Brasil tem as condições essenciais para ajudar a mitigar a fome no mundo, sem destruir os recursos naturais", complementa Rodrigues que coordena o Centro de Agronegócio da Fundação Getúlio Vargas (GV FGV).

A diretoria da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag) concorda que o vídeo tem um papel fundamental para enaltecer a produção agrícola brasileira. "É uma mensagem profunda e densa dos benefícios proporcionados pelo agronegócio para o desenvolvimento econômico e social do país", destaca o presidente da Abag, Carlo Lovatelli. O diretor da entidade, Luiz Antônio Pinazza também elogia: "Louvamos a iniciativa exemplar da Basf, que mostra comprometimento com o agronegócio brasileiro".

O vídeo também chamou a atenção da academia. Para o professor titular da Universidade de São Paulo (USP), Marcos Fava Neves, a ação desempenha um papel importante ao mostrar para a sociedade os benefícios do agronegócio. "Um Planeta Faminto é uma das ações mais importantes nestes anos vindouros e uma adequada comunicação do agronegócio com a sociedade. Este papel é do Governo e do setor privado também, e, se possível, cada vez mais usando as novas mídias e falando com os jovens, e a Basf deu grande contribuição com o vídeo", finaliza o pesquisador.

ALIMENTOS PARA O MUNDO

com dados tangíveis e comparações didáticas, a animação mostra à sociedade a evolução da agricultura brasileira na produção de alimentos para a crescente população mundial, que saltará de 6,8 bilhões em 2010 para 9,3 bilhões em 2050. As previsões da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) atestam que, nos próximos dez anos, a demanda mundial por alimentos crescerá 20%, e o Brasil atenderá a 40% desta demanda.

O vídeo também registra a contribuição da agricultura brasileira na busca de fontes de energia renováveis. Em 2010, o consumo de etanol de cana-de-açúcar superou o de gasolina. Entre 1975 e 2010 a produção de cana aumentou de 89 para 696 milhões de toneladas, ocupando menos de 1% do território nacional. De acordo com a Embrapa, a energia gerada de derivados da cana-de-açúcar ocupa o segundo lugar na matriz energética brasileira, com 16%, sendo menor apenas que energia gerada do petróleo e seus derivados (36,7%) e superior à energia hidráulica (14,7%).

A versão brasileira do vídeo foi produzida pela equipe de marketing da Basf e pela agência e21/MTCom e traz dados nacionais para enfatizar a vocação do País para a agricultura. Os argumentos utilizados foram elaborados com base em dados oficiais e públicos.

Os vídeos estão disponíveis no Youtube:





FONTE

XPress Comunicação
Érica Brito - Jornalista
Telefone: (11) 2898-7498