Cotonicultura ameaçada
22/03
Um dos problemas que afeta os produtores de algodão nesta época do ano é a presença indesejável dos chamados nematóides. Tanto, que o produtor que não se preocupar com o manejo da população de nematoides pode ter sérios prejuízos, seja no algodão, no milho ou na soja. Pedro Luiz Martins Soares, professor de Nematologia da Universidade Estadual Paulista (Unesp), de Jaboticabal/SP, explica que o cotonicultor geralmente realiza a rotação com uma dessas culturas e, muitas vezes, não tem consciência de que há espécies de nematoides que são comuns às três. Assim, poderá ter prejuízos consideráveis caso não realize o manejo integrado.
Dados da Sociedade Brasileira de Nematologia mostram que as perdas causadas pelos nematoides no País variam, em média, de 5% a 35%, considerando-se os diferentes tipos de culturas. O manejo integrado é considerado a forma mais eficaz de controlar o problema e inclui etapas como monitoramento da área, rotação com culturas não-hospedeiras ou resistentes às espécies de nematoides presentes na área e a realização do tratamento de sementes.
Pesquisas revelam que os nematoides têm aumentado muito nos últimos anos no Mato Grosso e estão presentes em praticamente todas as regiões produtoras de soja em MT. Segundo Waldir Dias, pesquisador da Embrapa Soja, os nematoides de galhas (Meloidogyne spp.), os nematoides de cisto (Heterodera glycines), os nematoides das lesões radiculares (Pratylenchus spp.) e os nematoides reniforme (Rotylenchulus reniformis) são os que mais atacam as lavouras no estado.
O produtor rural Ricardo Tomczyk, proprietário da fazenda Buriti, no município de São José do Rio Claro (315 km a Médio Norte da Capital), diz que sua lavoura de algodão este ano está sendo um sucesso, pois não apresenta perdas nem a presença de pragas, como os nematóides. Segundo ele, este bom resultado se dá fundamentalmente pelo fato dele ter tomado os cuidados necessário, com manejo e rotação no período adequado. Já que utilizar as ferramentas de manejo disponíveis são fundamentais para manter a população desses parasitas sob controle. Sendo que o tratamento deve ser preventivo, pois uma vez instalado, não é possível erradicar o problema.
Ao monitorar a lavoura, o cotonicultor sabe os níveis populacionais do parasita e também as espécies presentes na área, o que possibilita que seja feito um planejamento preventivo. Um deles é o tratamento de sementes, ferramenta estratégica para que o cotonicultor controle o ataque dos nematoides às raízes das plantas de algodão, o que limita a produtividade da lavoura e, consequentemente, a qualidade da pluma produzida.
Dados da Sociedade Brasileira de Nematologia mostram que as perdas causadas pelos nematoides no País variam, em média, de 5% a 35%, considerando-se os diferentes tipos de culturas. O manejo integrado é considerado a forma mais eficaz de controlar o problema e inclui etapas como monitoramento da área, rotação com culturas não-hospedeiras ou resistentes às espécies de nematoides presentes na área e a realização do tratamento de sementes.
Pesquisas revelam que os nematoides têm aumentado muito nos últimos anos no Mato Grosso e estão presentes em praticamente todas as regiões produtoras de soja em MT. Segundo Waldir Dias, pesquisador da Embrapa Soja, os nematoides de galhas (Meloidogyne spp.), os nematoides de cisto (Heterodera glycines), os nematoides das lesões radiculares (Pratylenchus spp.) e os nematoides reniforme (Rotylenchulus reniformis) são os que mais atacam as lavouras no estado.
O produtor rural Ricardo Tomczyk, proprietário da fazenda Buriti, no município de São José do Rio Claro (315 km a Médio Norte da Capital), diz que sua lavoura de algodão este ano está sendo um sucesso, pois não apresenta perdas nem a presença de pragas, como os nematóides. Segundo ele, este bom resultado se dá fundamentalmente pelo fato dele ter tomado os cuidados necessário, com manejo e rotação no período adequado. Já que utilizar as ferramentas de manejo disponíveis são fundamentais para manter a população desses parasitas sob controle. Sendo que o tratamento deve ser preventivo, pois uma vez instalado, não é possível erradicar o problema.
Ao monitorar a lavoura, o cotonicultor sabe os níveis populacionais do parasita e também as espécies presentes na área, o que possibilita que seja feito um planejamento preventivo. Um deles é o tratamento de sementes, ferramenta estratégica para que o cotonicultor controle o ataque dos nematoides às raízes das plantas de algodão, o que limita a produtividade da lavoura e, consequentemente, a qualidade da pluma produzida.
Gazeta Digital

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